청와대, a Casa Azul

Na imagem vemos a Casa Azul, 청와대 em coreano, que literalmente quer dizer “pavilhão dos azulejos azuis”.
Esta mansão é a casa presidencial coreana, a residência oficial e gabinete executivo do Presidente da República da Coreia do Sul e situa-se em Seoul.

É um complexo de edifícios que apresenta maioritariamente uma arquitectura tradicional coreana, pautada por alguns toques modernos. Encontra-se onde antigamente se situava o jardim real da Dinastia de Joseon e divide-se em várias áreas que se estendem por 250 mil m².

O edifício principal

Antes de o edifício principal actual ser concluído dizia-se ser inapropriado o presidente utilizar a residência outrora usada pelo Governador geral durante a era colonial japonesa (1910-1945). Perante esta situação, ordenou-se a construção de um gabinete presidencial e de uma residência privada completamente nova.

O edifício principal foi terminado em 1991 e é utilizado como gabinete oficial do Presidente. A sua arquitectura apresenta técnicas usadas nos palácios de madeira tradicionais, sendo o telhado de quatro águas  e com espigões considerado um dos estilos mais bonitos e elegantes da arquitectura tradicional coreana.

Este edifício e os seus dois anexos estão cobertos por 150 mil azulejos azuis (daí o seu nome), conhecidos pela sua cor única e durabilidade extraordinária (mais de 100 anos sem perderem a cor). O seu interior apresenta instalações modernas, o que cria um elegante equilíbrio entre a eficiência, modernidade e tradição.

O escritório do Presidente fica no segundo andar. Tem igualmente várias salas e salas de conferências, incluindo a Jiphyeonsil, onde o Presidente se reúne com a sua equipa ou com outros chefes de estado. Tem também Inwangsil, uma sala de recepção/jantar e Baegaksil, uma sala de jantar destinada a reuniões mais pequenas. Chungmoosil é utilizada para briefings de imprensa na sequência de cimeiras ou jantares oficiais para honrar dignatários estrangeiros e onde os embaixadores e chefes de missões apresentam as suas credenciais ao Presidente.

Yeongbingwan, a Casa de Hóspedes

Este edifício foi construído em 1978, como alternativa à prática pouco segura de alojar os convidados presidenciais em hotéis no centro. Está apoiado em 18 pilares de granito, retirado da vila de Hwangdeung na província de Jeollabuk-do. As paredes interiores estão decoradas com motivos tradicionais, incluindo o samtaegeuk, um círculo dividido por três formas de vírgula conectadas, a rosa-de-sarom e o louro grego. As três partes do samtaegeuk representam a harmonia entre as três entidades do Universo: o céu, a terra e o homem.

Secretaria

Os funcionários de Cheong Wa Dae estão alojados em três edifícios separados denominados Wimin gwan, o que significa “servir o povo”. Os edifícios foram construídos à medida que o número de funcionários aumentava, sendo o primeiro construído em 1969, o segundo em 1972 e o terceiro em 2004. Incluem várias instalações para usufruto dos funcionários, como uma cantina, biblioteca, ginásio, loja de conveniência, banco, etc. Os escritórios do Chefe de Estado-Maior e outros assessores encontram-se nestes edifícios e o Presidente tem um escritório mais pequeno e pessoal onde deve tratar dos assuntos durante os finais de semana. A poupança de energia é uma preocupação no complexo e existem painéis solares no topo de um de os edifícios para produzir energia a ser utilizada nos três edifícios. Ao lado, encontra-se um heliporto do qual o helicópetro do Presidente pode levantar voo e pousar.

 Gyeongmudae

Este local marca o sítio onde o antigo edifício principal (Gyeongmudae) se situava. Era o jardim do palácio de Gyeongbokgung durante a dinastia de Joseon e é conhecido por ser um local muito auspicioso, segundo a geomancia (arte de adivinhação que interpreta os padrões geográficos). É um local onde as influências da energia das várias montanhas circundantes convergem e onde não se construiu nada até 1939. Permaneceu um espaço aberto, flanqueado por dois pavilhões que já não existem. Era neste sítio que se encontrava o antigo edifício principal, ocupado pelo primeiro Presidente da República em 1948, Rhee Syng-Man e por vários presidentes que o seguiram antes de ser construído o novo edifício.

O edifício antigo foi demolido em 1993 e erigido um monumento que indica a sua localização. A colina foi arranjada de forma a reproduzir a imagem original do jardim do palácio de Gyeongbokgung. Na pedra do monumento lê-se ”Cheonha Jeil Bokji (天下第一福地),” que pode ser traduzido como “o local mais favorável sob o céu”. Encontrada durante a construção do edifício, estima-se que tenha trezentos ou quatrocentos anos. Não existem registos sobre o autor da gravação mas foram avançadas duas possibilidades: o autor ser Jeong Do-jeon, um erudito que teve um papel crucial na criação do reino de Joseon ou Yi Hyun-no, conhecido pela sua teoria em geomancia no início do período de Joseon.

Sangchunjae

O significado literal do seu nome é “Casa da Primavera Eterna” e foi construída com madeira de pinheiros vermelhos Geungang com mais de 200 anos. As árvores vieram de Chunyang, Bonghwa-gun no sudoeste do país e a sua construção foi concluída em Abril de 1983. O edifício é maioritariamente utilizado para reuniões não oficiais e jantares pequenos com dignatários estrangeiros.

Jardim Nokkiwon (Erva verde)

Rodeado por jardins verdejantes, lagos com carpas exóticas e mais de 120 tipos de árvores diferentes, o jardim Nokkiwon é um dos mais belos locais do complexo Cheong Wa Dae. Foi concluído em 1968 e apresenta várias árvores plantadas por antigos presidentes para celebrar ocasiões especiais. No entanto, a mais bonita e imponente árvore é a bansong, ou árvore guarda-chuva, no centro do jardim. Tem 17 metros de altura e presume-se que tenha sido plantada por volta de 1850. As árvores circundantes são jeoksong, um tipo de pinheiro vermelho.

Antigamente, o jardim era uma pequena quinta onde os próprios reis plantavam na esperança de obterem boas colheitas no país. Era um local onde o Presidente organizava recepções no exterior e almoços no jardim para missões diplomáticas estrangeiras, dignatários nacionais e convidados estrangeiros. Também se realizavam celebrações em dias como o Dia da Criança, Dia dos Pais e Dia dos Professores.

 Residência presidencial

Antes de a residência presidencial actual ser concluída, o Presidente vivia no segundo andar do edifício principal antigo mas o espaço escasseava. Assim sendo, a construção da nova residência começou em 1989 e foi concluída em 1990. Foi utilizada madeira de pinheiro vermelho para construir um complexo que inclui a residência principal, um pátio tradicional e alojamentos exteriores separados. O portão principal é um sammun (portão triplo) tradicional, comum na arquitectura coreana. O relvado frontal da residência tem uma vista incrível para a baixa de Seoul.

Chunchugwan, o centro de imprensa

Chunchugwan alberga aproximadamente 150 correspondentes coreanos e internacionais que cobrem Cheong Wa Dae. No primeiro e o segundo andar do edifício situam-se uma sala de imprensa e uma sala de briefing, respectivamente. As conferências do Presidente e os briefings diários são realizados na sala de briefings. Inaugurado em 1990, tem um telhado com espigões, coberto por telhas de barro que se fundem com a paisagem. O nome provém das dinastias de Goreyo e Joseon. Nessa época,  Chunchugwan era o local onde se compilavam os anais.

 Fontes:

Site do governo coreano

Visit Korea

Wikipedia

 

 

 

풍물 Pungmul

Pungmul é um tradicional tipo de música e performance, que se realizava em zonas rurais, tocado com instrumentos tradicionais coreanos de sopro e precursão acompanhados de performances acrobáticas.

    Nela, os cinco instrumentos (kkweanggari, jing, janggu, buk, sogo) são tocados em conjunto com vários tipos de performance, que incluem também o canto e dança. Este tem origem nos mais antigos rituais religiosos dos camponeses, para pedir uma boa colheita e o bem-estar da aldeia. Originalmente era tocado como parte do trabalho de campo, em dias festivos, em eventos da comunidade, para acompanhar rituais xamãs ou outro tipo de performance. Os camponeses acreditavam que os instrumentos usados nas performances chamavam os bons espíritos e afastavam os maus. Acreditavam também que eles tinham o poder místico de restaurar a energia das pessoas.

Académicos mais velhos, muitas vezes apelidam esta tradição de nongak, um termo que significa literalmente “música de agricultor”, termo que se tornou mais popular durante a era colonial (1910-1945). Académicos e artistas opuseram-se ao uso deste termo, principalmente a partir dos anos 80 do século XX, porque durante a colonização da Coreia pelo Japão as autoridades coloniais tentaram limitar esta tradição aos agricultores para tentar acabar com esta arte e com o seu significado. Apesar disto, ainda hoje esta arte é chamada de nongak (termo conservado para distinguir o tradicional pungmul das outras formas mais modernas e urbanizadas) e por outros sinónimos em toda a península coreana.

As bandas de música tungmul incluem uma performance a solo de vários instrumentos de precursão. Ao longo de cada performance a solo, os artistas mostram os seus talentos individuais, enquanto o líder da banda, que é também chefe dos tocadores de gongo (sangsoe), apresenta a dança flores de plumas. A precursão é o elemento principal do pungmul. Para além daqueles que tocam os instrumentos de precursão estão os bailarinos, que muitas vezes tocam o sogo e tendem a ter coreografia mais elaborada e até acrobática, alguns bailarinos têm chapéus com fitas, chamados de sangmo, ou aqueles, como falei anteriormente, uma espécie de flor, uma versão florida do kkokkal budista. Não existe um traje tradicional do pungmul, recentemente cada região tem criado o seu próprio traje.

 

Eu e a luoanna assistimos a uma performance em que para além de Pungmul assistimos a outras danças e cantares tradicionais coreanos, para ler a nossa aventura na Namsan Hanok Village clique aqui.

Fontes: Wikipedia; pungmul.yimcentral.net; Revista Koreana –  korean culture and arts (outono 2013)

Fotos: google

Visita Guiada a… Kim Hyun Joong!

 

Olá, novamente.

Depois do Lee Minho, aqui fica mais uma ‘viagem’. Confesso que fiquei algo reticente com este rapaz, e por isso tentei explorar mais a parte da representação (que é aquela que aqui é pedida). Por isso, peço às fãs um pouco de compreensão. Se eu for a explorar a sua carreira como cantor acho que nem daqui sairia (haha).

Só peço desculpa às fãs por vir provavelmente a enganar-me no seu nome. Tendo sempre a pôr o ‘g’ no lado errado :p

Espero que gostem. Boa leitura.

 

Biografia (Visão Geral)

Kim Hyun Joong nasceu a 6 de Junho de 1986 em Seoul, Coreia do Sul, numa família de quatro (Hyun Joong possui um irmão mais velho). Ele é cantor, actor e entertainer.

Hyun Joong costumava tocar guitarra eléctrica numa banda enquanto andava na escola. No entanto, desistiu da escola pouco depois quando decidiu tornar-se cantor. Após a estreia dos SS051, contudo, ele voltou para a escola, tendo-a concluído em 2006.

Os seus estudos não ficaram por aí. Em 2011, Hyun Joong matriculou-se na Universidade Chungwoon, onde estudou produção de palco. Em 2012 matriculou-se em Artes de Comunicação de Kongju para estudar música aplicada.

Entretanto Hyun Joong deixou a DPS Media para se integrar na agência Key East. Ao mesmo tempo, estreou-se a solo com o mini-álbum coreano ‘Break Down’ e ‘Lucky’.

Parece que para além de cantar e representar, Hyun Joong também gosta de futebol. Ele faz inclusivamente parte de uma equipa de futebol com fins solidários constituída por famosos, o FC Men, cujo capitão é Xiah Junsu, membro dos JYJ e ex-membro dos DBSK.

Hyun Joong tornou-se especialmente conhecido por ter actuado como Yoon Ji-hoo em ‘Boys Over Flowers’ (era um dos amigos do Go Jun Pyo, protagonizado pelo actor Lee Minho, de quem já falámos no artigo anterior), isto no ano de 2009. Graças a esse drama, Hyun Joong recebeu um prémio de popularidade nos ‘Seoul Internacional Drama Awards 2009’ e também na 45ª edição dos ‘ParkSang Arts Awards’.

Mais tarde, Hyun Joong protagonizou ‘Baek Seung-jo’ no novo drama ‘Playful Kiss’, e com o carácter frio e arrogante da personagem conseguiu ganhar novamente um prémio de popularidade, desta vez nos ‘MBC Drama Awards’.

Actualmente, Kim Hyun Joong participa em ‘Inspiring Generation’, que estreou no dia 15 de Janeiro com um rating de 7.8%.

Ver uma entrevista com ele aqui .

 

 

Dramas

 

Boys Over Flowers (2009)

Esta apresenta-se como a versão coreana do anime ‘Hana Yori Dango’ (o qual também tem uma adaptação japonesa com o mesmo nome). É a história de Jan-Di (Goo Hye Sun), uma rapariga pobre que frequenta a Escola Secundária Shin Hwa, uma escola liderada por quatro rapazes, os chamados ‘F4’, que aterrorizam os alunos que lhe fazem frente ou que têm o azar de se meter no seu caminho.

Yoon Ji-Hoo, a personagem de Hyun Joong, faz parte dos F4 mas é de todos o que menos alinha no género de brincadeiras. Ele é uma personagem que, embora fria, se pode dizer algo gentil.

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Como já disse anteriormente, eu gostei do drama, achei-o interessante, e até recomendo.

Quanto à personagem dele em si confesso que não me chamou muito à atenção. Não sei se sou eu que caio sempre mais pelos protagonistas, mas achei a sua personagem algo vazia. Gostei dele por ser algo ‘bonzinho’ em comparação com os outros, mas achei a sua personagem não tão apelativa. Especialmente – e isto contém SPOILER por isso quem viu que não leia! – quando ele tenta ficar com a Jan Di à força sabendo que o amigo está interessado por ela e que ela também já se sente algo atraída por ele.

E vocês, o que acharam?

 

Playful Kiss (2010)

 

Playful Kiss apresenta-se como a versão coreana do manga/anime ‘Itazura na Kiss’. É uma comédia romântica que fala do frio e inteligente Baek Seung-jo que vê a sua vida a andar para trás quando se encontra com Oh Ha-ni (Jung So-min), uma garota extrovertida mas com um nível intelectual inferior. Devido a um acontecido fortuito, Oh Ha-ni teve de mudar-se com o seu pai para a casa de Seung-Jo, e é aí que a história de ambos se desenvolve.

 

 Quem me conhece sabe qual a versão de que eu mais gostei. Esta não foi má de todo, mas só sobressaiu mais a nível ‘estético’, se é que me entendem.

É um bom drama pra se ver nos tempos livres – olhem, a minha avó por exemplo adorou. Deu-lhe 10 pontos e tudo! -, mas não esperem muito mais que isso.

A minha versão favorita sem dúvida que é a taiwanesa (‘It Started With a Kiss’ e ‘They Kiss Again’), então em comparação esta pareceu muito inferior. A relação entre as personagens não me emocionou tanto, e o mesmo digo quanto à representação. A nova versão japonesa também é bastante boa, para quem gostar de ver adaptações.


 

Inspiring Generation (2014)

Baseado na China dos anos 30, este drama refere-se a uma história de amor, amizade, patriotismo e desejo. Shin Jung Tae (Kim Hyun Joong) é um homem um pouco distraído que tem um grande amor ao seu país e sua família, sendo (ou tendo sido) conhecido como o melhor lutador nas ruas de Shanghai.



Eu ainda não estou a ver – embora tencione começar brevemente -, mas tem havido várias críticas boas a este drama. E ao que parece a sua representação está bem melhor.

Alguém daqui está a ver?

 

Espero que tenham gostado desta exposição. Não se esqueçam de me darem a vossa opinião sobre os dramas em questão e o actor 

Poderão sugerir mais actores/actrizes, sendo certo que ainda tenho um (que me foi sugerido também) em lista de espera.

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 Créditos: tumblr

Visita Guiada a… Lee Minho!

Olá, fãs da cultura coreana,

Muitos de vocês decerto gostam de dramas, ou viram alguns. Tendo perguntado no facebook, este foi o actor que me foi sugerido pelo que será este que irei falar em primeiro lugar. Poderão contudo sugerir mais nos comentários a este ‘artigo’.

Aqui será efectuada uma pequena biografia e enunciação de dramas e depois um desenvolvimento dos dramas em questão. Por isso se desgostarem de muito texto sugiro que passem para a segunda parte haha

O Minho é um actor que, não estando muito presente no ecrã (fazendo uma média de um drama por ano), tem vindo a ganhar alguma popularidade ao longo do tempo. Se pensarmos que ele tem vindo a crescer enquanto actor, tendo começado em 2002, com papéis pequeninos, ainda tinha ele quinze anos. Hoje muitos o conhecem e adoram, enquanto a outros ele ainda é indiferente.

Espero que gostem, e digam de vossa justiça.

Apertem os cintos e começaremos a nossa viagem!

 

Biografia (Visão Geral)

Lee Minho nasceu a 22 de Junho de 1987 em Heukseok-dong, Dongjak-gu, Seoul, Coreia do Sul. Vive numa família de quatro, tendo uma irmã mais velha. É actor, modelo e cantor, e está actualmente a estudar Filmes & Artes na Universidade Konkuk e pertence à agência ‘Starhaus Enterteinment’. As fãs de Lee Minho respondem pelo nome de ‘Minoz’.

Muitos não sabem disto, mas o sonho de Minho não era ser actor mas sim futebolista. Contudo, sofreu uma lesão no quinto ano escolar que o fez pôr fim a esse sonho. Ele continua no entanto a gostar de futebol e a jogar entretanto, e afirmou diversas vezes que o seu jogador de futebol preferido é o jogador português Cristiano Ronaldo (Minho, não sei se é possível mas ainda gosto mais de ti. Fãs portuguesas, já sabem o que lhe oferecer nos anos). Quando lhe perguntaram porquê ele respondeu: “Para além de ter um talento extraordinário ele também é bonito. Se pudesse ter continuado a jogar eu hoje provavelmente seria um atleta como Ronaldo.

No segundo ano do ensino secundário, Minho começou a fazer trabalhos de modelo e representação. Depois de uma fase de treino, Minho começou a participar em audições (castings) e a representar papéis pequenos nalguns dramas televisivos. O seu primeiro papel foi no drama ‘Secret Campus’ da EBS.

No início da sua carreira, Minho adoptou o nome artístico de Lee Min, pelo seu nome ser demasiado comum, mas cedo regressou ao seu nome original pois o anterior tinha pouca procura nos motores de busca internáutica.

Após ter participado em alguns dramas, em 2006 Minho sofreu um acidente rodoviário, pelo que teve de ficar hospitalizado durante seis meses e não pôde participar em nenhum drama durante um ano. Foi um período bastante complicado para ele, mas ele conseguiu (e ainda bem!) ultrapassá-lo.

Em 2007-2008, Minho participou em vários dramas e mais dois filmes, no entanto foi a partir de 2009 que se tornou mais conhecido, com o drama Boys Over Flowers (do qual falarei mais à frente. Quantas e quantas pessoas não adoraram o seu Goo Jun-Pyo?). A audição foi tão feroz que Minho só soube que tinha sido escolhido para o papel quando viu o seu nome num jornal.

Enquanto filmava para o filme ‘Our School’s E.T’, este ficou muito amigo do actor Kim Soo-ro, o qual o elogiou num programa televisivo: “Eu reconheço uma celebridade quando a vejo. Enquanto eu estava a fazer ‘Our School’s E.T’ eu soube logo que Lee Minho se tornaria um dos actores de topo do país”.

Em 2010, Minho voltou a adquirir um papel principal no drama “Personal Taste”. Quando lhe perguntaram a razão pela qual ele escolheu o drama ele respondeu “Acho que farei um melhor trabalho em papéis mais pesados e definidos quando for mais crescido. Acho que este drama foi perfeito porque é chamativo, suave e engraçado mas também conseguimos rir e chorar sobre ele.”

Em 2011, ele participou no popular drama de acção ‘City Hunter’. Este drama levou a que Minho ficasse conhecido em toda a Ásia, principalmente no Japão, na China e nas Filipinas.

Em Abril de 2012, Minho revelou que iria participar noutro drama, neste caso, ‘Faith’ – um drama histórico.

Em 29 de Março de 2013, Minho revelou que iria participar noutro drama, ‘Heirs’. Este drama foi muito antecipado pelo elenco que tinha.

Em Abril do mesmo ano a sua figura de cera foi revelada no museu Madame Tussauds em Shanghai, e Minho também fez uma tour asiática.

Dramas

Aqui irei apresentar os dramas dele mais conhecidos, nomeadamente aqueles que eu já vi. Apesar de estar tentada a escrever pela ordem que eu vi julgo que tal não será o mais adequado.

Boys Over Flowers (2009)

Boys over Flowers

Esta apresenta-se como a versão coreana do anime ‘Hana Yori Dango’ (o qual também tem uma adaptação japonesa com o mesmo nome). É a história de Jan-Di (Goo Hye Sun), uma rapariga pobre que frequenta a Escola Secundária Shin Hwa, uma escola liderada por quatro rapazes, os chamados ‘F4’, que aterrorizam os alunos que lhe fazem frente, e cujo líder, Goo Jun Pyo (Lee Minho), tem um especial interesse em Jan-Di.

Este trata de problemas como bullying e pode ser considerado um drama escolar, tendo também (e essencialmente) uma base romântica e algo cómica ao mesmo tempo.




Este não foi o meu primeiro drama dele, e confesso que estava algo reticente em vê-lo. Aquele penteado levava-me a evitá-lo, no entanto não foi assim tão mau, uma pessoa habitua-se (haha).

O que posso dizer do drama é que gostei dele. Não dei 10 mas dei 8, pelo que teve uma boa qualificação. Tem algumas falhas mas na minha opinião foi muito bem feito. As fãs das adaptações vão queimar-me viva, mas eu realmente preferi esta adaptação à japonesa e à taiwanesa. Cada uma teve os seus pontos fortes, mas achei que a nível de história a coreana estava um pouco melhor e mais credível. Já o elenco foi, a meu ver, melhor na versão japonesa.


O Goo Jun Pyo era um rapaz que se dizia duro mas no fundo era bastante inocente e algo infantil. As suas acções podiam fazer-nos arder de raiva mas, ao mesmo tempo, derreter de amor (perdoem-me as lamechices!). Percebe-se o porquê de este ter sido o drama que o levou à luz da ribalta. Com este drama, Lee Minho ganhou quatro prémios – nos  KBS Drama Awards, nos Baeksang Arts Awards e nos ASAP Pop Viewers’ Choice Awards.




Personal Taste (2010)

Personal Taste

Lee Minho é aqui Jeon Jin Ho, um arquitecto que se finge (embora sem intenção inicial) de gay para habituar a casa de Park Gae-In (Son Ye Jin). Não se preocupem, ele não é prevertido – ele tem um propósito mais nobre que isso.

Sendo um obcecado de limpezas, ele vai martirizar Gae-In e proporcionar aos espectadores muitos momentos engraçados.


Este foi o meu primeiro drama dele, e foi a partir daí que desejei que ele fosse, de facto, mais conhecido. Vi-o em 2010, no mesmo ano em que comecei a ver dramas coreanos, e nessa altura ele (actor) mal era falado. Lembro-me de desejar vê-lo mais ou ouvir falar mais dele, mas nada. Poucos o conheciam.




É daqueles dramas que eu recomendo a qualquer pessoa, especialmente àquelas que nunca viram um drama asiático. Mostrei-o a uma amiga e ela ficou interessadíssima, tendo também elogiado o charme do Minho (ui!). Isto para além de ter imensas cenas engraçadas e românticas! A sério, é um must!




Dei 9 em 10, talvez por ser dos primeiros coreanos que vi, mas é de facto um drama que recomendo imenso, tanto pela história como pelo elenco. Neste drama Minho ganhou dois prémios – nos MBC Drama Awards e nos Mnet 20′s Choice Awards.





Um extra:


City Hunter (2011)

City Hunter

Se Minho já era conhecido do seu drama BOF, a partir de ‘City Hunter’, drama de acção, começou a ser objecto de alguma atenção por parte dos directores e também espectadores.


City Hunter fala-nos de um homem que trabalha na Casa Azul (por miúdos, a ‘Casa Branca’ coreana), na equipa de comunicações internacionais, e que pretende vingar-se de cinco políticos causadores da morte do seu pai. Baseado no manga de Tsukasa Hojo, este drama trata de temas como corrupção, vingança, política, entre outros temas.

Meus caros, novamente outro drama de que gostei. Não sou normalmente fã do tipo acção, mas este foi sem dúvida dos melhores dramas que já vi dentro do género. Muito interessante e, de certa forma, simples.

(Tentei não dar muitos spoilers nos gifs, daí que não mostram muitas cenas de acção!)


O romance foi, a meu ver, algo insuficiente, mas o drama em si equilibrou-se bem. Tinha momentos mais alegres, mais tristes e mais complexos. De 10 dei 9, e em nada me arrependo.

Com este drama Minho ganhou seis prémios – nos Korea Drama Festival Awards, nos Korean Updates Awards e nos SBS Drama Awards.



Faith (2012)

Faith

‘Faith’ revela-nos a história de uma cirurgiã plástica do século XXI (Kim Hee Sun) que foi raptada e levada a recuar no tempo setecentos anos por se acreditar que esta possuía poderes curadores extraordinários; e de um general muito conhecido do seu tempo, o General Choi Young (Lee Minho), uma pessoa muito fria mas responsável.


Sem dúvida a melhor personagem dele (pra mim) até hoje. A sua personagem fez-me lembrar muitas personagens de livros passados na época medieval, e entusiasmou-me de forma que nenhuma outra o fez. Mais do que o Minho, eu adorava o general (a sua personagem).

O que é melhor neste drama, pralém do extenso elenco, é a história. Este drama fala-nos de vários factos reais, nomeadamente a nível das personagens. Os reis e rainhas que o drama falou mais os acontecimentos históricos são verídicos na sua maior parte, e até a personagem do Lee Minho é verdadeira – inclusivamente, o General Choi Young é lá tão conhecido que há músicas infantis (e outras) a ele dedicadas como sendo um guerreiro muito forte e fiel e cujo paradeiro ficou desaparecido.



De 10 voltei a dar 9 pontos porque realmente mereceu. A única parte que lamentei no drama foi o excesso de episódios, isto porque andaram vários episódios a alongar desnecessariamente, mas no geral agradou-me. Não sou mesmo pessoa de dar tantos 9 (se quiserem podem pedir o meu MDL pra averiguar ^^”) mas gostei imenso. É um drama muito giro e divertido!

Com este drama Minho voltou a ganhar seis prémios – nos Korean Updates Awards, nos SBS Drama Awards e nos DramaFever Award.



Heirs (2013)

Heirs

‘Heirs’ fala-nos de Kim Tan (Lee Minho), um herdeiro do grupo Empire que é enviado (melhor termo: “exilado”) para os EUA enquanto o seu irmão mais velho trata da empresa (ou melhor, tenta pô-la sobre o seu domínio). Nos EUA, Kim Tan encontra Cha Eun Sang (Park Shin Hye) e dá por si a apaixonar-se, sem se aperceber que ela é na verdade a filha da sua empregada doméstica. Quando a sua noiva Rachel (Kim Ji Woon) o visita para o convencer a voltar prá Coreia, Kim Tan divide-se entre o seu amor e o seu dever.



Este drama é mais conhecido pelo seu elenco – sendo ele constituído tanto por ídolos como por outros actores mais conhecidos na indústria. Mais do que isso, acho que o que prima neste drama é exactamente o envolvimento que dão a todas as personagens, não se limitando apenas a dar importância às personagens principais.



Novamente, a minha personagem preferida foi o Kim Tan, por achar que foi uma personagem mais ‘inovadora’ – ele não era o típico ‘bad boy’, pelo contrário, era o tipo de pessoa que noutros dramas seria apenas o segundo rapaz, o que ficaria com um amor não correspondido (e com isso não quero dizer nada, quem não viu não entenda como spoilers, okay? ^^). Ele era super doce, amoroso e também tinha muita piada. Já o Young Do (Kim Woo Bin) era o bad boy em sentido pleno, mas eu achei-o demasiado exagerado.

Imensa gente tende a desgostar deste drama, mesmo não o tendo visto. Em minha opinião, eu que vi sem expectativas pois já sabia que tanto podia dar certo como errado, De 10 dei 8 pontos, e pra quem não gosta dos protagonistas (tipo eu com a Park Shin Hye neste drama – se o drama ficou menos interessante a ela o devo. Foi uma personagem demasiado exagerada!) pode ver o drama pelas secundárias porque são igualmente interessantes.




Com este drama Minho até agora ganhou nove prémios – nos Baidu Feidian Awards, nos Korean Updates Awards e nos SBS Drama Awards.

 

Mais dramas em que tenha participado:

  • Secret Campus
  • Mackerel Run
  • I Am Sam
  • Get Up

 Filmes:

  • Our School E.T
  • Gangnam Blues

Espero que tenham gostado desta exposição. Não se esqueçam de me darem a vossa opinião sobre os dramas em questão e o actor :)

Poderão sugerir mais actores/actrizes, sendo certo que ainda tenho um (que me foi sugerido também) em lista de espera.

 Créditos: koreandramagifts + tumblr

Abtin e Frarang – uma história que liga a Pérsia a Silla

Há uns tempos vi na KBS World uma reportagem sobre as relações entre o Irão e a Coreia, que teve como foco o Kushnameh, um poema épico pré-islâmico que faz parte da história mitológica do Irão. Foi escrito por Irashan entre os anos de 501-4/1108-11 e a versão original encontra-se no Museu Britânico.

O que tem este poema de especial e o que o relaciona à Coreia?

Um projecto académico conjunto do professor iraniano Daryoosh Akbarzade e do professor de Antropologia Cultural na Universidade de Hanyang apresenta agora a extensão das relações entre os dois países.

“Apesar de pensarmos nas relações entre a Coreia e o Irão maioritariamente em termos económicos, esta investigação prova que as relações eram mais tridimensionais e que datam de há mais de 1000 anos”, disse Darvishi Hossein, conselheiro de diplomacia pública na embaixada iraniana.

Kushnameh, o poema, foi analisado durante seis anos em universidades do Irão, Coreia e Índia contém muitas referências e descrições do reino Silla (57 A.C. a A.D. 935). Os investigadores acreditam que muitas figuras históricas são descritas no texto. Uma das personagens principais do épico é Abtin, um príncipe persa sassânida noivo de uma princesa de Silla de nome Frarang, a convite do rei de Silla. Este noivado acontece depois de Abtin ter fugido de sua casa, o império Sassânida (A.D. 224 a 651) enquanto este cai às mãos dos muçulmanos árabes e depois de ter percorrido uma longa e difícil viagem marcada por encontros mágicos e assustadores no Irão e China do século XVII.

As descrições de Silla no Kushnameh surpreendem pela abundância e pormenor, contendo informações sobre a sociedade da época, relações China-Irão-Silla, alianças militares entre Silla e Irão, iranianos em Silla e as excelentes condições de vida nesse local. Silla é descrito como um local quase mágico, utópico até, onde o ouro abundava. No entanto, foi difícil para os investigadores distinguir o que seria verdadeiro e o que seria embelezado, mas o texto revela a profundidade das relações entre os dois países.

Segundo o Dr. Daryoosh Akbarzade, as duas culturas fundiram-se à 1200 anos, de forma natural. Garrafas de vidro de Silla descobertas apresentam as mesmas técnicas de produção utilizadas na dinastia persa e produtos persas, como carpetes e tecidos eram importados para Silla, sendo usados entre a classe aristocrática do reino. Tudo isto se deve ao comércio marítimo e terrestre entre a Coreia e o Médio Oriente no século XVIII, precedida pela derrota da Pérsia no século XVII, que levou Abtin a migrar.

Quanto ao suposto casamento entre o príncipe persa e a princesa de Silla, Ju Bo-don, antigo membro do Comité de Compilação de História Nacional afirma que podem ter acontecido nos finais do século oitavo. Apesar de achar que este casamento de classes de topo deve ser investigado com  mais pormenor, declara verdadeiras as trocas culturais entre coreanos e persas, sendo que existe mesmo uma estátua de um almirante que aparenta ser de origem persa num dos túmulos reais em Gyeong-ju, capital do reino Silla.

Aqui fica o vídeo do documentário (infelizmente sem legendas em inglês).

Fontes:

Korea Herald

Korea Times

IBNA

 

 

 

 

 

 

 

 

씨름 – Ssireum – a luta tradicional coreana

씨름 – Ssireum é luta coreana é uma  luta popular e um tradicional desporto nacional da Coreia. (Os nossos leitores que são fãs de variety shows coreanos certamente já viram muitas vezes esta luta em vários programas.)

Hoje em dia cada lutador usa um cinto (satba) que envolve a cintura e uma das coxas. A vitória é conseguida quando um dos concorrentes consiga que o adversário toque com qualquer parte abaixo do joelho no chão. Ssireum tornou-se popular durante a dinastia Joseon (1392-1910). Provas disto podem ser vistas numa variedade de pinturas de Kim Hongdo. Tradicionalmente, Ssireum era uma actividade popular no Dano e vários torneios eram realizados no verão e outono. Antigamente o prémio tradicional para o vencedor do torneio era um boi, um prémio valioso numa sociedade que vivia da agricultura, e que simbolizava a força do vencedor.

A versão moderna deste desporto foi desenvolvida no século 20. A primeira competição moderna teve lugar em 1912. Esta forma de luta coreana tem sido chamada de Ssireum destes os anos 20 dos século passado. Em 1927 foi criada a federação de Ssireum: Federação Pan Chosun de Ssireum. Desde 1947  a competição organizada pela Federação de Ssireum se chama Capeonato Nacional de Ssireum.

Existem dois tipos tradicionais de Ssireum: um “lado direito” predominante em algumas partes da peninsula coreana e um “lado esquerdo” popular em outras partes da Coreia. A diferença destes dois estilos está no lado em que o cinto (satba) é apertado. Em 1994 o “lado esquerdo” foi adoptado e até hoje em dia é o estilo oficial usado por todos os concorrentes.

 

A Ssireum é conduzida dentro de um círculo, que mede aproximadamente 7 metros de diâmetro, que é coberto de areia. Os dois participantes começam por se ajoelhar na areia numa posição de luta (baro japki) cada um segurando o cinto (satba) do seu adversário. Os lutadores depois levantam-se enquanto seguram o satba. E o vencedor é aquele que força o seu adversário a tocar no chão com qualquer parte do corpo. Ao contrário do sumo, empurrar o adversário para fora do ring não dá a vitória, mas sim o recomeço da luta. Normalmente, na Ssireum profissional o vencedor é declarado ao fim de três rondas de luta. A luta conta ainda com três juízes, um árbitro chefe e 3 sub árbitros.

 Tradicionalmente a Ssireum era feita com a parte de cima das calças tradicionais enroladas um pouco para baixo para o lutador poder segurar o seu oponente. O uso do satba foi inventado aquando do nascimento da Ssireum profissional.  Hoje em dia a Ssireum profissional vive tempos difíceis devido à baixa popularidade deste desporto.

É importante também referir as diferenças existentes entre a Ssireum e o Sumo. No Ssireum são proibidos golpes e bofetadas, mas são premitidos no Sumo. Em ambos os desportos, os lutadores são “grandes”, apesar dos lutadores coreanos poderem ser magrinhos.

O conhecido apresentador de televisão Kang Ho Dong, antes de se tornar apresentador foi vencedor, por duas vezes, do Campeonato nacional de Ssireum, nos anos de 1990, 1991 e 1992.

Fontes: Wikipedia

Fotos: google

 

The Cure 살자

 

Comecemos por falar um pouco de cada uma das pessoas que criaram este álbum de que vos vou falar hoje.

Seo Jung-kwon (서정권), mais conhecido por Tiger JK, é um rapper coreano-americano e um dos fundadores do grupo de hip-hop Drunken Tiger. Nascido em Seul, Coreia do Sul a 29 de Julho de 1974, criou e foi director executivo da Jungle Entertainment e casou com a cantora/rapper Yoon Mirae (Tasha). O casamento teve lugar em 2007 e o casal tem um filho chamado Jordan Seo, nascido em 2008 (que é super fofo!). Faz parte da crew de hip-hop coreano intitulada “The Movement”.

Tasha Reid (nome verdadeiro: Natasha Shanta Reid), é mais conhecida pelo seu nome coreano Yoon Mi-rae  e também faz parte do The Movement. É considerada uma das melhores (na minha modesta opinião, a melhor) rapper coreana. 

 Bizzy (Park Jun Young) é um rapper que também fez parte da Jungle Entertainment. Participou no álbum do Leesang.

Os três fazem agora parte da editora FEELGHOODmusic, criada pelo Tiger JK, da qual ele e a mulher são os directores executivos.

Primeiro, este álbum não é um álbum do Drunken Tiger. É um álbum de colaboração portanto o som não é tão poderoso em comparação com o que o Tiger costuma lançar mas isso não implica menos qualidade, nem nada que se pareça. Não vem em nome dos MFBTY mas em nome de Drunken Tiger, Yoon Mirae e Bizzy. A explicação dada no YouTube oficial do grupo é:

“MFBTY is for group projects. This album is under Tiger with T & Bizzy featuring because the message & meaning behind this album are so personal to him. Don’t worry, MFBTY still exists. ”

“MFBTY é para projectos do grupo. Este álbum é assinado por Tiger com T & Bizzy porque a mensagem e o significado por trás deste é tão pessoal para ele. Não se preocupem, os MFBTY ainda existem.”

Quando encomendei o álbum confesso que nem olhei para as características físicas dele portanto quando o vi fiquei surpreendida porque é do tamanho de um LP. Até pensei que me tinha engano e tinha encomendado a versão errada mas não!

O CD vem pousado em cima de um disco (infelizmente agora não posso tirar fotos porque não tenho o cd comigo mas prometo actualizar o artigo com fotos mal possa!), parecendo mesmo que é um disco de vinil. Traz um booklet do tamanho do invólucro, com poucas mas bonitas fotografias (btw, o Tiger JK e a Tasha são dos casais mais bonitos que já vi!) e todas as letras das canções do álbum.

O álbum abre com Beautiful Life, uma canção que mesmo não entendendo grande parte da letra, se consegue perceber que apresenta uma mensagem positiva. Lendo a letra traduzida, confirma-se. É sobre esperança, amor e ultrapassar desafios que a vida nos coloca. A melodia é simples mas bonita e as mudanças de ritmo tornam a canção interessante.

Segue-se 첫눈이 오면 설레였던 꼬마아이 (Time Travel). Gosto imenso do início e de o facto de a Tasha ter um papel proeminente na canção, o que aliás é comum ao resto do álbum. Apresenta um ritmo mais funky que dá vontade de abanar a cabeça.

살자 (The Cure) é o single de apresentação do álbum. Para mim, esta canção é fantástica. Adoro o tom acústico dado pela guitarra de David Choi, a voz da Tasha, o rap suave, a gargalhada do Jordan no final. A mensagem é “batida”, sim, há imensas músicas sobre o ultrapassar dificuldades mas isso não tira o mérito a esta canção nem ao seu MV, que acho que está bem conseguido.

Sweet Dream é simplesmente brutal do princípio ao fim. É daquelas canções que anima, dá vontade de saltar, correr, pular. Já tinha sido lançada como single do EP dos MFBTY no início do ano, com direito a vídeo. O tom electrónico passa para um hip-hop e rap tão surpreendente que a mistura de ritmos e tempos ganha vida. Um dos pontos altos do álbum.

 

A canção seguinte, BizzyTigerYoonmirae, também faz parte do dito EP e, oh meu Deus, se a Sweet Dream é boa esta consegue ter uma energia ainda maior. Rap duro, com alma, ritmo. Aqui se vê porque são dos rappers mais respeitados na Coreia. Show them how it’s done!

 뭉쳐(All In Together) mantém os espíritos em alta, com mais uma canção energética.

A alternância de ritmos, instrumentos e vozes continua em GO, que mistura o piano, com tambores, assobios, criando mais uma canção que dá vontade de dançar!

Aproximamo-nos do final do “The Cure” e Get it in é coesa, a Tasha domina tudo. Continua a ser dinâmica e animada mas apresenta a característica que me parece ser fio condutor deste álbum: a junção de ritmos e letras melancólicas e suaves com batidas e raps quentes e animados. Já estão a dançar?

A versão reggae de 살자(The Cure) apresenta características típicas do género (a guitarra, o tom ska) que a classificam automaticamente como uma canção relaxada e ritmada. Apesar de tudo acho que está um pouco mal colocada depois de canções tão fortes, pois torna-se um bocado “seca” depois de tanta animação. Não quer no entanto dizer que não seja boa, é um excelente complemento à versão original.

 

Percebo o que algumas críticas que por aí andam dizem que o álbum é mais fraco do que o costume mas temos de ter em mente de que não é um álbum apenas de Drunken Tiger e sim um trabalho colaborativo entre três pessoas talentosas que, a meu ver, criaram um álbum menos “duro” mas que não deixa de ser coeso e de qualidade. Two thumbs up!

A parte má da Coreia do Sul – Yoo Young Chul

Neste blog os temas que vos trazemos são leves e sobretudo culturais, dando-nos a conhecer o lado bom da Coreia do Sul. Mas nem tudo o que acontece no país são lançamentos de novos singles, dramas e bandas novas.

É “engraçado” que o que vos irei contar neste artigo teve início no mesmo ano de debut dos DBSK.

Yoo Young Chul é um nome que não significa nada para vocês, mas  para os familiares de 20 pessoas é o nome do diabo. Este é o nome do maior assassino em série coreano. Nascido a 18 de Abril de 1970, Yoo Young Chul foi uma criança não planeada que veio afectar a vida já precária dos pais, que iriam acabar por se separar.

Em criança mudou várias vezes de casa, indo morar primeiro com a avó, depois com o pai, com quem iria para a capital. Contudo, a pobreza era uma constante na família e a crueldade da sua madrasta levou a que fugisse para a casa da mãe, que também morava no mesmo bairro do pai, Mapo (uma zona pobre). Foi por esta altura que começou a revolta de YooYoung Chul.

Devido aos poucos recursos monetários dos pais, Yoo tornou-se a vítima preferida para os bullies da sua escola. Apesar das dificuldades que passava na escola e, mais tarde, a morte do pai o terem afectado bastante, continuava a ser um bom aluno na escola pois estudar foi a forma que encontrou para lidar com o sofrimento.

Era um aficionado pelas artes, mas como não conseguiu entrar numa escola de arte e teve de se contentar com uma escola técnica, a sua revolta cresceu. Foi assim que começaram os seus pequenos delitos, que o levaram à prisão durante alguns anos na sua adolescência (e na vida adulta) e o impediram de acabar o ensino secundário.

Estes crimes, pequenos roubos, não seriam nada comparados com os que viria a cometer no futuro.

No ano de 1991 conhece a sua mulher (Hwang) da qual tem um filho. O casamento sobreviveu aos seus delitos, em parte porque os seus roubos eram uma fonte de dinheiro. Destes roubos passou para a pornografia ilegal, escalando para a falsificação de documentos (durante este tempo foi alvo de tratamentos psicológicos num hospital de Gok Joong), mas o casamento resistiu.

Em Março de 2000 o padrão dele escala ainda mais e Yoo viola uma adolescente de 15 anos, indo parar novamente à prisão. Desta vez a mulher já não o perdoou e em 2002 já tinha saído o divórcio.

Durante o tempo que passou na prisão por este último crime, Young Chul interessa-se por um livro sobre Jeong Du Young, um assassino em série  que entre 1999 e 2000 assaltou várias casas de pessoas ricas e nas quais matava quem lá estivesse. É com a leitura deste livro que o criminoso fica com a crença de que tudo de mal que lhe aconteceu na vida é por culpa de todos os ricos na Coreia do Sul, e por isso essas pessoas tinham de morrer. Começou assim o seu plano de vingança contra os ricos.

O problema neste plano de vingança era muito simples, Yoo Young Chul nunca tinha matado ninguém, mas a prática faz a perfeição… Com um martelo caseiro (caseiro porque foi feito por ele), a sua arma de eleição, pegava em cães vadios e batia-lhes até estes morrerem.

Assim começam os assassinatos.

Na manhã do dia 24 de Setembro de 2003 (atacava de manhã porque era a altura em que as pessoas mais novas saíam para trabalhar) apanha o metro até Apgujeong (a parte rica de Seoul), lá procura uma igreja e perto da igreja procura uma casa que pertença a alguém rico. Quando encontra a casa que idealizou (daquelas que têm muros a tapar toda a propriedade), invade a casa e esfaqueia a sua primeira vítima, o Senhor Lee de 72 anos que se encontrava no quarto com a esposa. A esposa é morta com vários golpes de martelo na cabeça.

Depois de confirmar que a vítimas estão mortas, limpa o sangue das calças e vai embora do local do crime. No entanto, quando se apercebe que deixou a faca (usada na morte do senhor Lee) no local, volta para trás, arromba a porta recupera a faca e, ao ver que deixou a marca da bota na porta limpa-a, deixando apenas uma pegada parcial. Também espalhou alguns bens da vítimas para simular um assalto e confundir a polícia.

Esta foi a sua forma de actuação nos seus crimes contra os ricos. Procurar casas de idosos indefesos, invadir a casa, matar os idosos com o martelo, limpar os vestígios de sangue da roupa e abandonar o local do crime. Só numa casa (que, por acaso, ficava perto de uma esquadra de polícia) é que decidiu roubar o cofre da família, mas tendo sofrido um corte no processo de arrombamento do cofre, decidiu incendiar a casa de forma a apagar o seu ADN. Nesta casa, a imagem de Yoo ficou registada nas câmaras de segurança e ainda ficaram pegadas suas no chão, mas mesmo assim não foi identificado.

Obviamente que durante este periodo o senhor Yoo não tinha tempo para trabalhar, então para ganhar algum dinheiro subornava prostitutas e proxenetas usando documentos de identificação falsos de polícia. Com o dinheiro que conseguia extorquir alugou um apartamento, que viria a ser mais tarde o lugar de mais mortes.

Por esta altura começa a recorrer aos serviço de prostitutas. É assim que conhece Kim, uma prostituta pela qual se apaixona e acaba por pedir em casamento. Mas esta Kim não era burra nenhuma e depois de investigar o passado dele (mas sem saber dos assassinatos), recusa o pedido. Esta recusa originou um novo ódio em Yoo e outro desejo de vingança nasceu, desta vez contra prostitutas. Estas passaram a ser o seu novo alvo, mas só as que tinham uma aparência parecida com a de Kim tinham a “sorte” de ser escolhidas por ele.

Em Janeiro de 2004 surge uma nova oportunidade para a polícia identificar Yoo, depois deste ser preso por cometer um pequeno roubo numa sauna. Porém, os polícias não verificam o cadastro e Yoo é novamente posto em liberdade. Isto aumenta a confiança de Yoo e este volta à acção.

No mês seguinte encontra a jovem Jeon, de 25 anos, na rua e pensando tratar-se de uma prostituta tenta intimidá-la fazendo passar por polícia. A jovem não acredita em Yoo e tenta fugir mas infelizmente acabou por ser apanhada e, apesar de estar aos gritos no meio da rua e muito perto de um restaurante, é morta com 5 facadas no peito sem que ninguém repare.

Yoo começa assim a sua nova vingança.

Contrata prostitutas para irem a sua casa, local onde as mulheres são mortas com o martelo e esquartejadas em 18 partes, sendo que depois Yoo só tem de se livrar dos corpos. Perto da universidade de Seogang (que fica numa zona montanhosa), Yoo enterra as suas vítimas, tendo o cuidado de marcar os locais onde já enterrou as mulheres para não sobrecarregar os locais com corpos.

A única excepção neste padrão foi a morte do senhor Ahn que lhe vendeu Viagra falsificado. Ainda tentou convencer o senhor Ahn de que era polícia (de forma a conseguir levá-lo para um local mais recluso para o matar), mas o senhor Ahn não acreditou. Então foi forçado a entrar na sua carrinha, algemado e depois de Yoo ir a casa buscar as suas ferramentas de eleição, foi levado para o parque de estacionamento de um hospital e morto à martelada na mala do carro. Depois Yoo leva o cadáver do senhor Ahn para a ilha de Wolmi, corta as mãos de Ahn, atira-as de um paredão e incendeia a carrinha.

Os crimes de Yoo Young Chul estavam a passar despercebidos até que chamou a atenção do mundo cibernético. O falatório era tanto que as mulheres começaram a ser mais cuidadosas, mas ninguém sabia quem poderia ser o assassino.

Yoo esteve novamente perto de ser preso quando espancou uma prostituta e foi levado para uma esquadra de polícia, mas este fingiu ser manco e ter um ataque epiléptico e os polícias, tomados pela simpatia, retiraram-lhe as algemas. Yoo aproveitou e fugiu.

Podemos dizer que quem teve a esperteza suficiente para apanhar Young Chul foram os proxenetas. Ao constatarem que algo de errado se estava a passar, juntaram-se para investigar e descobriram um número de telemóvel comum a todos os desaparecimentos. Esta informação foi passada ao polícia Yong Pil Ju.

Quando Yoo voltou a contactar os serviços de prostitutas, já os proxenetas estavam preparados e enviaram uma prostituta que não preenchia os requisitos de Yoo, informando de seguida a polícia.

Yoo ligou a reclamar da prostituta enviada e os proxenetas enviaram outra como isco. Tanto os proxenetas como a prostituta foram até ao local de encontro ( apesar de Yoo parecer desconfiado e levar a prostituta a percorrer diversas ruas) e apanharam Yoo levando-o à polícia.

Já na esquadra, Yoo confessou  os crimes todos que tinha cometido e ainda deu pormenores macabros, como o facto de comer o fígado das suas vitimas.

Yoo Young Chul foi condenado à pena de morte e encontra-se no corredor da morte até aos dias de hoje.

Fontes:

http://www.trutv.com/library/crime/serial_killers/weird/yoo_young_cheol/

http://www.asesinos-en-serie.com/yoo-young-chul/

 

부대찌개 Budae jjigae

(Pensavam que tínhamos abandonado o nosso “Coisas”?? Não, nunca! Apenas a vida de “adulto” é uma chatice e o tempo é escasso. Mas agora estamos de volta ^_^♥)

Estou de volta para falar de…. comida!!! Há uns dias comprei Kimchi e andava com desejos de budae jjigae, andei à procura da receita aqui, e foi quando me apercebi que nunca tinha escrito sobre uma das minhas comidas coreanas preferidas: 부대찌개 (budae jjigae)!

 

부대찌개 (budae jjigae) significa literalmente “Guisado de base militar” (army base stew) foi um prato criado no final da Guerra da Coreia. No final da Guerra da Coreia os alimentos eram escassos, as pessoas que moravam perto de bases militares norte-americanas começaram a usar as sobras de algumas comidas típicas americanas, como salsichas e fiambre, que foram misturados num guisado com outros ingredientes típicos coreanos como o gochujang e kimchi.

Devido à falta de comida, as pessoas misturavam os restos da comida que sobrava das bases militares e misturavam com qualquer outra coisa que encontrassem, era cozidos num panela com água quente e eram assim comidos. No início, este prato era chamado de Johnson Tang, 존슨 탕  combinação de um típico apelido americano e de  tang /, que significa sopa.

A cidade de Uijeongbu 의정부, onde existem muitas bases militares norte americanas é zona conhecida por ter a melhor budae jjigae de toda a Coreia.

Budaejigae é um prato perfeito para os dias frios ou dias de chuva!

Aqui ficam duas versões diferentes desta receita para a deliciosa Budae jjigae:

Fontes: wikipedia, korea.net,kimchimari.com

Fotos: créditos na foto, google

Let’s talk about love and how awesome Seungri (2nd mini album) is!!!!!

O Seungri está de volta e com o segundo mini álbum ( já venho tarde, mas desde que este mini álbum saiu que queria escrever sobre o álbum e o Riri), que a meu ver é das melhores coisinhas que aconteceram no kpop nestes últimos tempos!

Let’s talk about love:

Sei que agora anda tudo (quase tudo) tolo com o cd do GD, com as centenas de mvs que ele lança, com as featurings de artistas famosos no álbum dele e tal. Mas eu acho que o Seungri merecia mais, merecia muito mais! O facto de ele ser o membro dos BIGBANG menos popular na Coreia pode ter ajudado ao facto de não haver grande frenesim à volta da carreira a solo dele, mas também acho que a estratégia de marketing da YG foi uma grande porcaria! A meu ver não criaram expectativa em relação ao álbum dele como poderiam ter feito, podiam ter lançado mais teasers, terem posto alguém a promovê-lo, podiam ter feito tanta coisa, mas não, andava o Riri a fazer auto promoção no twitter, facebook e instagram. A grande jogada promocional (e única) da YG antes do lançamento do álbum foi este provocante teaser (que podia virar MV)

 

O álbum do Seungri é muito bom, mesmo muito bom, foi todo produzido por ele, sem a ajuda dos produtores mais populares da YG (o Teddy, Choice37 e GDragon), sim ele teve ajuda de outros produtores, mas que não são muito conhecidos (nem são hit makers como alguns da YG) e é por isso que lhe dou tanto valor. Não é a primeira vez que ele produz músicas, mas acho que é a primeira vez que ele produz música que se adequa a ele e que não se esforça para ser cool ou para dar a ideia de ser o maior machão. Agora sim, ele parece mais maduro, sem precisar de se esforçar para o parecer, a awkwardness dele desapareceu, agora ele está mais natural e awesome! Acho que o Seungri se tornou finalmente um artista maduro.

A música escolhida para promover o album foi a 할말있어요 (Gotta talk to U)

Confesso que quando ouvi a música pela primeira vez não me agradou muito (eram 4 da manhã, tinha acordado para ver o mv… uhm pode ter sido disso), mas agora ADOROOOOOOOOO ando sempre a cantar e a dançar o raio da música, acordo com a música, visto-me a dançá-la, é awesome!!!! ADORO!!! I’m hustlin, hustlin (eu não sei o que ele quer dizer com hustlin, mas pronto, fica giro na música)! Acho que passei a adorar a música depois de ver a primeira performance: banda ao vivo ♥, fatinho ♥, a dança com a bailarina ♥, a voz dele, ♥ ele ♥♥♥♥

A primeira música do cd é a Let’s talk about love

Esta música é tão fixeeeeeeeeeeeeee! Adoro! A meu ver é nesta que se nota mais a influência que o Justin Timberlake na música do Seungri! Parece uma música do Justino!! Adoro, adoro, adoro! E ainda por cima é uma colaboração com o GD e com o Taeyang! (eles aprenderam uma palavra nova, agora já não vão andar sempre a dizer SWAG, a nova palavra é Biatch)! Gosto muito da colaboração e de como a música foi adaptada ao estilo de cada um deles. EU QUERO UMA PERFORMANCE DESTA MÚSICA! Eles têm que cantar isto na próxima tour dos BIGBANG!!!!! Please kgods, por favori!

A terceira música é  지지베 GG Be:

Esta música é sobre uma ex-namorada do Seungri, que segundo ele foi uma GG Be (que é como quem diz 기집애 ou seja uma má moça) e conta com a colaboração da Trainee (prodígio e super privilegiada) Jenny Kim, que depois de participar no album da Lee Hi, agora participa no do Seungri, no do GD (e aposto que em todos os albuns da YG que saírem até ao debut dela, o sr. YG não esconde mesmo que são os seus favoritos). A música tornou-se a preferida entre as fãs e a performance é muito cute (não, o Riri é que é cute). E é um pouco diferente das outras do álbum, é uma música mais divertida e em que a letra fala de forma irónica de como a sua ex o enganava e mentia.

Depois temos a 그딴 거 없어 (Come to my)

Come to my é a  outra música que revela bem a influência que o Justin Timberlake tem na música do Riri, esta badala, com um toque de R&B e pop é uma das minhas preferidas no álbum. Ao contrário do que já li em algures, eu acho que a música se adequa bem à voz dele e que a música mantém a sua lógica do principio até ao fim. A letra fala sobre o fim de uma relação e das recordações do rapaz sobre o dia do fim da relação.

You Hooo!!!

Esta é música “menos preferida” do album, gosto da música, mas não sei, falta qualquer coisa para ter aquele factor wow que todas as outras têm.

Love Box

Uma balada linda, com uma letra linda e a voz linda do Seungri! ADORO!

 

Let’s talk about Seungri:

Eu sei que algumas fãs acham que o Seungri é um elemento dispensável nos BIGBANG, que algumas dizem que ele não faz nada de especial nos BIGBANG, etc, etc. Eu também já fui assim, confesso que nos primeiros anos de fã dos BIGBANG tinha um pequeno “ódio” de estimação pelo Riri. Cheguei a estar à beira dele e a falar com ele e só não me deu o badagaio porque na altura era estúpida e não gostava muito dele. Se fosse hoje e tivesse novamente a oportunidade de falar com ele acho que ia chorar baba e ranho de felicidade, quando agora penso no momento em que ele sorriu para mim tenho ataques de fangirlismo e fico com os olhos em lágrimas. Sinceramente se fosse hoje acho que teria uma reacção muito pior do que a que tive quando vi o Tae e o GD. Neste momento o Seungri é o meu segundo preferido nos BIGBANG, não sei quando comecei a gostar tanto dele, talvez tenha sido depois do difícil ano de 2011 e de tudo o que de bom e mau se passou com eles nesse ano. Acho que foi no comeback do ALIVE que me apercebi de quão importante ele é no grupo. Pode ser que esteja enganada, mas a meu ver, ele é o elo que liga os elementos e um dos maiores responsáveis pela coesão no grupo. Eu sou completamente viciada nos BIGBANG, como certamente já notaram, e acho que todos os membros gostam muito do Seungri, acho que todos lhe acham imensa piada e que o acham muito querido. E acho que o facto de ele gostar que “peguem” com ele ajuda muito nisso, lol. Vão ao tumblr vejam alguns gifs e vejam a forma como os restantes membros dos BB olham para ele, é muito fofi!

Acho que ele consegui também o amor de muitas fãs, que como eu, não eram grandes fãs dele. Mas ainda falta ele conquistar um lugar no coração do (terrível) YG papa! Sinceramente acho que todas as fãs do Seungri estão muito tristes com a atitude dele, o G-Dragon tem direito a dois mvs, concerto a solo, o YG anda com bandeiras com o símbolo da capa do novo album do GD no carro , tem direito a ter um slideshow ser projectado na fachada do edifício da YG, tem direito a ter um logo próprio, e o Seungri?? Eu sei que o Seungri não é uma galinha dos ovos de ouro como o GD é, mas há que balançar as coisas e não favorecer tanto uns em detrimento de outros. Espero que o Taeyang tenha direito a uma promoção em condições.

Eu gosto mais do mini álbum do Seungri do que do GD e quem dera que tivesse sido ele a lançar um  full álbum e não o GD. Não é que eu não goste do álbum do GD (sim, eu gosto), mas o do Seungri é especial, pelo menos eu acho. Todas as letras foram escritas por ele, todas as músicas foram produzidas por ele, ele merecia um pouco mais de consideração e de sucesso, porque foi a primeira vez que ele fez música ao estilo dele e sem pensar na reacção do público.

Riri Fighting! ♥♥♥♥♥♥